
Organizações não são máquinas.
São sistemas vivos.
Obviamente, não são organismos biológicos; são sistemas simbólicos dinâmicos não-lineares, que operam recursos, impactam o ambiente e são formadas por agrupamentos de outros organismos autônomos, esses sim biológicos:
os seres humanos.
E é por não entender isso, que bons planos falham.
Você não gostaria de saber como
estratégias realmente emergem?
Para isso a Gestão precisa abandonar
o modelo mecanicista.
Biologia das
Organizações
Você já viveu aquela frustração silenciosa...
Reuniões bem conduzidas, metas claras, indicadores definidos, planejamento estratégico aprovado. Tudo parecia coerente no papel.
Mas, no cotidiano, as decisões escapavam, os comportamentos não seguiam o script e a organização insistia em reagir de formas que nenhum manual previa.
Talvez você tenha feito cursos, MBAs, lido autores consagrados, aplicado frameworks sofisticados. E mesmo assim, em algum momento, precisou improvisar. Ou ouviu alguém dizer, com certo constrangimento:
“na prática, é diferente”.
Este livro nasce exatamente desse desconforto.
Não como crítica vazia à teoria, mas como tentativa honesta de compreender por que organizações não se comportam como máquinas e por que insistimos em tratá-las como se fossem.
Para quem este livro foi feito?
Este livro foi escrito para pessoas que já perceberam que os modelos tradicionais de gestão explicam pouco da vida organizacional real.
Ou quando explicam, fica faltando alguma coisa, que escapa ao dinamismo e a imprevisibildade do cotidiano.
Biologia das Organizações não parte da ingenuidade de quem acredita em soluções universais, mas da experiência de quem já planejou, decidiu, implementou e, ainda assim, se deparou com contradições, resistências e resultados inesperados.

Professores
-
Amplia repertório teórico
-
Conecta Administração, Biologia, Ecologia e Psicologia
-
Fortalece autoridade intelectual
Se você atua no ensino ou na pesquisa em Administração, Gestão Pública, Estudos Organizacionais ou campos correlatos, e sente o desconforto de explicar fenômenos humanos complexos com modelos excessivamente mecanicistas, este livro dialoga diretamente com sua inquietação.
Aqui, a teoria não é descartada, mas aprofundada, por meio de uma abordagem interdisciplinar que integra Administração, Biologia, Ecologia e Ciências da Vida, ampliando o repertório explicativo e oferecendo novas chaves de leitura para o comportamento organizacional.

Gestores
-
Ajuda a ler conflitos, resistências e culturas
-
Explica por que políticas, normas e metas falham
-
Oferece uma visão sistêmica aplicável
Se você ocupa posições de gestão e liderança e já experimentou a frustração de ver planos bem elaborados não se traduzirem em prática, este livro oferece uma lente interpretativa mais realista.
Em vez de prometer métodos ou receitas, propõe compreender organizações como sistemas vivos, nos quais cultura, poder, emoções e história moldam as decisões.
A leitura ajuda a interpretar resistências, conflitos e mudanças não como falhas individuais, mas como respostas adaptativas do sistema organizacional

Estudantes
-
Dá sentido ao que parecia fragmentado
-
Oferece uma narrativa integradora
-
Estimula pensamento crítico e autoral
Se você está em fase final de graduação, na pós-graduação ou é um leitor inquieto, que percebe a distância entre o que se aprende nos livros e o que se observa nas organizações reais, este livro foi pensado para você.
Ele oferece uma formação conceitual integrada, que ajuda a conectar teoria e prática, sem simplificações, preparando o leitor para compreender a complexidade da vida organizacional com mais profundidade e senso crítico.
Para quem este livro não foi feito...
Este livro não é indicado para quem busca fórmulas prontas, manuais de “como fazer” ou soluções rápidas para problemas complexos.
Também não é voltado a quem espera respostas simplificadas ou modelos universais aplicáveis a qualquer contexto. Aqui, o convite é à reflexão, à revisão de modelos mentais e à aceitação da complexidade como parte constitutiva da gestão.
O que este livro propõe...
🧬
Organizações como sistemas vivos,
e não como máquinas previsíveis
🔄
Estratégia como processo adaptativo, e não apenas como plano formal
🧩
Planejamento e implementação indissociáveis, acontecendo em simultâneo
🧠
Gestão analisada a partir da prática real, não apenas de modelos ideais
🌱
Cultura organizacional como fenômeno emergente, relacional e histórico
🔗
Integração entre Administração, Biologia, Ecologia e Ciências Sociais
⚠️
Crítica aos limites do controle e da previsibilidade na gestão contemporânea

Biologia das Organizações parte de uma premissa simples, mas frequentemente negligenciada: organizações não são máquinas que respondem de forma previsível a planos bem elaborados. Elas são sistemas vivos, isto é, coletivos humanos que percebem, interpretam, reagem e se reorganizam continuamente em interação com o ambiente.
A partir dessa compreensão, o livro propõe uma leitura da gestão que desloca o foco do controle para a adaptação. Estratégia, aqui, não é entendida como um plano fixo a ser executado, mas como um processo vivo, construído na prática, sob condições reais, atravessado por incertezas, relações, cultura e história institucional.
Esta obra não oferece fórmulas prontas, métodos universais ou promessas de desempenho imediato. Seu objetivo é outro: fornecer uma lente conceitual interdisciplinar, ancorada na Administração, na Biologia do Conhecer, na Ecologia e nos Estudos Organizacionais, capaz de explicar por que organizações agem como agem e por que, muitas vezes, resistem a mudanças planejadas.
Biologia das Organizações é, portanto, um livro para compreender antes de intervir, para interpretar antes de controlar e para reconhecer que planejar e agir são dimensões inseparáveis da vida organizacional.

Compreenda como as organizações funcionam na vida real...
Você já teve contato com a proposta e com a forma como este livro olha para a vida organizacional.
Agora é o momento de aprofundar a leitura, compreender por que planos falham, como estratégias realmente se constroem e o que significa tratar organizações como sistemas vivos em adaptação contínua.
Biologia das Organizações não é um manual de soluções prontas, mas uma lente para interpretar a prática da gestão com mais rigor, realismo e profundidade.
Compre agora na Amazon
Disponível em versão física e digital
Wagner Soares de Lima
Sobre o Autor
Professor, pesquisador, escritor.
Wagner Soares de Lima tem atuação dedicada à compreensão das organizações como sistemas vivos, complexos e adaptativos. Sua trajetória acadêmica e profissional se constrói na interseção entre Administração, Ecologia Humana e estudos sobre comportamento organizacional, o que fundamenta a abordagem interdisciplinar apresentada nesta obra.
É graduado em Administração pela Universidade Federal de Alagoas e em Segurança Pública pela Academia de Polícia de Alagoas. É mestre em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental pela Universidade do Estado da Bahia, formação que lhe proporcionou base conceitual sólida para dialogar com Biologia, Ecologia e Ciências da Vida a partir de uma perspectiva sistêmica e relacional. Atualmente, é doutorando em Administração pela Universidade Federal do Paraná, onde desenvolve pesquisas voltadas à estratégia, às narrativas organizacionais e aos processos de adaptação institucional.
Possui formações complementares em Gestão Pública, Neuropsicologia, Psicanálise, Saúde Pública e Práticas Integrativas, o que amplia sua capacidade analítica sobre as dimensões cognitivas, simbólicas e afetivas que atravessam a vida organizacional. Essa formação plural sustenta sua crítica aos modelos mecanicistas de gestão e sua defesa de abordagens mais coerentes com a complexidade dos sistemas humanos.
Atua como professor no Instituto Federal de Rondônia, desenvolvendo projetos de ensino, pesquisa e extensão com foco em inovação institucional, saúde organizacional e comportamento estratégico. Sua experiência inclui atuação em contextos de gestão pública e educacional, bem como o acompanhamento de equipes e instituições em processos de mudança, coordenação e tomada de decisão.
É propositor do conceito de Ecologia Organizacional Clínica, abordagem que reconhece as organizações como sistemas vivos e afetivos, capazes de aprender, resistir, adoecer e se reorganizar em interação contínua com o ambiente. Seu trabalho busca integrar rigor teórico e observação prática, construindo pontes entre Administração, Biologia do Conhecer e Ciências Sociais.
Biologia das Organizações nasce dessa trajetória intelectual e da vivência cotidiana com gestores, estudantes e instituições que, em meio à complexidade contemporânea, buscam compreender por que estratégias mudam, por que planos falham e como organizações podem sobreviver sem perder coerência e sentido.


Por que modelos tradicionais não explicam organizações reais?
Porque a maior parte dos modelos de gestão foi construída para explicar estruturas estáveis, previsíveis e controláveis, enquanto organizações reais operam em ambientes instáveis, ambíguos e profundamente humanos.
O descompasso não está na falta de esforço de quem planeja, mas na lente utilizada para interpretar o que acontece no cotidiano das empresas e dos órgãos públicos.
Ao longo do tempo, consolidaram-se cinco ilusões centrais que tornam defeituosa a forma como enxergamos a vida organizacional. Elas nos fazem acreditar que planejar é suficiente, que executar é apenas obedecer, que resistências são falhas individuais e que controle garante resultados. Essas crenças não são erros simples, mas modelos mentais herdados de uma visão mecanicista que já não dá conta da complexidade contemporânea.
Reconhecer essas ilusões é o primeiro passo para superá-las. Ao aprender a olhar organizações como sistemas vivos, torna-se possível compreender por que bons planos falham, por que mudanças encontram resistência e como decisões, cultura e ambiente se entrelaçam na prática. É esse deslocamento de olhar que os próximos cinco pontos convidam você a realizar.
01
O problema não é tanto planejar como máquina, é na hora de executar achar que organizações vão agir como máquinas.
O legado mecanicista no pensamento organizacional
Durante décadas, o pensamento organizacional foi construído a partir de um modelo herdado da engenharia e da física clássica, no qual planejar precede executar, pensar precede agir e controlar significa prever resultados. Esse modelo foi extremamente eficiente para compreender máquinas, isto é, sistemas compostos por peças estáveis, funções fixas e respostas previsíveis.
O problema surge quando esse mesmo modelo é aplicado às organizações, que não são máquinas, mas coletivos humanos, atravessados por emoções, valores, histórias e relações de poder, elementos que não respondem de forma linear a comandos formais.
02
Quando o plano termina no papel
e não continua acompanhando os movientos da realidade, dá a sensação de que os agentes estão desobedecendo.
Este livro não é indicado para quem busca fórmulas prontas, manuais de “como fazer” ou soluções rápidas para problemas complexos.
Na tradição mecanicista, planejamento e implementação são tratados como etapas distintas, quase independentes. Primeiro se define o plano, em documentos, metas e indicadores; depois se cobra sua execução, como se o mundo real estivesse apenas aguardando instruções.
Essa separação cria uma ilusão confortável, a ilusão de que o fracasso está sempre na execução, isto é, nas pessoas que “não fizeram direito”, e nunca no próprio modo de pensar o plano. Para o leitor não especializado, isso significa acreditar que basta um planejamento melhor para que a realidade se comporte conforme o esperado, algo que raramente ocorre em contextos vivos e complexos.
03
Organizações sobrevivem menos por seguir planos e mais por saber se adaptar.
O que as Ciências da Vida já nos ensinaram sobre instituições sociais humanas
Enquanto grande parte das Ciências Sociais permaneceu ancorada nesse modelo, as Ciências da Vida avançaram em outra direção. A Biologia, a Ecologia e áreas afins demonstraram que sistemas vivos não funcionam por execução de roteiros, mas por adaptação contínua ao ambiente.
Viver, nesse sentido, significa agir em acoplamento com o ambiente, ou seja, responder às condições reais à medida que elas se apresentam, ajustando comportamento, estrutura e sentido em tempo real, e não seguir um plano previamente fechado, como faria um mecanismo programado.
04
Entender organizações exige mais de uma ciência, porque a vida nunca cabe em uma só.
Interdisciplinariedade como necessidade epistemológica
A interdisciplinariedade não é, aqui, um adorno acadêmico, isto é, não se trata de juntar áreas apenas para parecer inovador ou sofisticado. Ela é uma necessidade epistemológica, ou seja, uma exigência do próprio processo de produção do conhecimento quando lidamos com fenômenos complexos, como organizações, instituições e coletivos humanos.
Não é possível compreender o comportamento organizacional ignorando o que a Biologia, a Ecologia e as Ciências da Vida já demonstraram sobre adaptação, emergência e autorregulação, conceitos que, traduzidos para o cotidiano, explicam por que organizações resistem, se reorganizam e, muitas vezes, sobrevivem apesar dos planos formais.
05
Gestão não é controlar tudo, é aprender a ler o sistema enquanto ele se move.
É preciso superar a ilusão do controle
Quando se reconhece que organizações são sistemas vivos, o planejamento deixa de ser um instrumento de controle absoluto e passa a ser entendido como orientação provisória, um mapa que ajuda a navegar, mas que precisa ser redesenhado conforme o terreno real se revela.
Superar a ilusão mecanicista não significa abandonar o planejamento, mas abandonar a crença de que planejar é suficiente. Significa aceitar que agir, implementar e aprender acontecem simultaneamente, em um processo contínuo de ajuste, interpretação e resposta.
É exatamente nesse ponto que Biologia das Organizações se posiciona: como um convite a rever modelos mentais anacrônicos e a compreender a gestão não como comando, mas como relação viva entre pessoas, estruturas e ambiente.

Por que este livro
é indicado para você...
Professor
Você ensina teoria estratégica há anos. Domina autores clássicos, explica modelos com segurança, conduz disciplinas com rigor conceitual. Ainda assim, algo incomoda.
As organizações reais não se comportam como os modelos que descrevemos em sala.
As decisões escapam às tipologias, a cultura ignora o organograma, e a prática insiste em contradizer a teoria proclamada. Surge, então, um dilema silencioso: como sustentar explicações mecanicistas para fenômenos humanos, simbólicos e afetivos?
O desejo não é abandonar a teoria, mas aprofundá-la. Encontrar uma abordagem que dialogue com a complexidade real das organizações, sem perder rigor acadêmico.
Biologia das Organizações surge como essa lente ampliada. Ao integrar Administração, Biologia do Conhecer, Ecologia e Psicologia Organizacional, o livro oferece um arcabouço teórico capaz de explicar o que antes parecia “desvio” ou “exceção”.
Não é uma negação da ciência administrativa, mas um passo adiante: compreender a organização como sistema vivo, adaptativo e simbólico.

Por que este livro
é indicado para você...
Gestor
Você já planejou corretamente. Definiu metas, alinhou equipes, estabeleceu indicadores. Mesmo assim, a organização reage de formas inesperadas.
Projetos bem desenhados encontram resistência.
Normas não se traduzem em comportamento.
E até mudanças bem intencionadas geram tensão, desgaste e, às vezes, adoecimento coletivo. A sensação é clara: existe algo acontecendo abaixo da superfície da gestão formal.
O desejo do gestor não é mais um método milagroso, mas compreensão. Entender por que pessoas e estruturas reagem como reagem. Ler o sistema antes de tentar controlá-lo.
Biologia das Organizações oferece exatamente esse deslocamento. Ao tratar a organização como um organismo vivo, o livro explica resistências como mecanismos adaptativos, cultura como sistema imunológico simbólico e estratégia como resposta viva ao ambiente.
Em vez de impor soluções, o gestor passa a interpretar sinais, reconhecer limites e intervir com mais precisão e cuidado

Por que este livro
é indicado para você...
Estudante
Em algum momento da formação, a sensação aparece: algo não fecha.
Você aprende modelos elegantes, estruturas bem organizadas e explicações que fazem sentido nos livros. Mas, ao observar organizações reais, percebe improviso, contradição, conflito e ambiguidade.
Surge a pergunta incômoda:
por que a teoria parece tão distante da prática?
O desejo não é abandonar o campo da Administração, mas compreendê-lo de forma mais honesta, integrada e humana.
Biologia das Organizações foi escrito para leitores que se recusam a aceitar respostas simplificadas. O livro mostra que improviso não é erro, que a vida organizacional pulsa fora dos planos e que aprender a observar esses movimentos é parte essencial da formação.
Aqui, a Administração dialoga com a vida, a ciência e a complexidade do mundo real.
Amostra Grátis
Antes de decidir pela leitura completa, você pode conhecer a proposta do livro por dentro.
A amostra gratuita de Biologia das Organizações reúne a introdução e trechos centrais que apresentam a abordagem do autor, a crítica aos modelos mecanicistas de gestão e a proposta de compreender organizações como sistemas vivos, em constante adaptação. É um convite à leitura atenta, para que você avalie o tom, a densidade conceitual e a coerência da argumentação antes de seguir adiante.
Se, ao final da leitura, você percebeu que essa abordagem ajuda a explicar fenômenos que os modelos tradicionais deixam em aberto, talvez este livro faça sentido para você.
Biologia das Organizações aprofunda essas ideias, articula teoria e prática por meio de estudos de caso reais e oferece uma lente interdisciplinar para compreender como estratégias vivem, mudam e sobrevivem na prática.
Se a leitura dialogou com sua experiência, o próximo passo é seguir para o livro completo.

Compreenda como as organizações funcionam na vida real...
Você já teve contato com a proposta e com a forma como este livro olha para a vida organizacional.
Agora é o momento de aprofundar a leitura, compreender por que planos falham, como estratégias realmente se constroem e o que significa tratar organizações como sistemas vivos em adaptação contínua.
Biologia das Organizações não é um manual de soluções prontas, mas uma lente para interpretar a prática da gestão com mais rigor, realismo e profundidade.
Compre agora na Amazon
Disponível em versão física e digital














