Quando o invisível pesa: por que precisamos falar de saúde mental no trabalho


Falar sobre saúde mental nunca foi só sobre diagnósticos.É sobre ritmos que não damos conta, sobre exigências que não cabem mais, sobre a solidão institucional de quem “aguenta” até não conseguir mais.
Neste espaço, compartilho análises, vivências e provocações sobre o sofrimento que nem sempre tem nome, mas que se sente: no corpo que cansa, na mente que dispersa, na alma que desiste em silêncio. Aqui cabem temas como burnout, adoecimento institucional, ansiedade crônica, culpa por improdutividade, luto mal resolvido e a falsa neutralidade das organizações diante disso tudo.
Falamos sobre saúde mental com profundidade e sem romantismo — e também com compromisso real de transformação. Porque fingir normalidade diante do adoecimento é uma das formas mais perversas de negá-lo.
Nesta categoria do blog, você vai encontrar textos sobre:
como as instituições silenciam os sintomas de quem sofre,
as formas subjetivas do cansaço moderno,
o impacto dos ambientes de trabalho no corpo e na mente,
e o que é possível fazer — individual e coletivamente — para transformar isso.
Este é um espaço para pensar o invisível, dar nome ao que adoece e, acima de tudo, começar a imaginar caminhos de cuidado que não sejam apenas protocolos, mas ética viva.
Se você já teve que sorrir com o peito esmagado, trabalhar doente ou se sentir culpado por precisar de descanso, saiba: esse espaço também é seu.
Nos próximos textos, vamos juntos abrir essas janelas — sem medo da corrente de ar.


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