Profissional de Security: Safety ainda não basta para entrar na Educação
- Wagner Soares de Lima

- há 2 horas
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Para proteger ambientes educacionais, talvez seja necessário incorporar duas dimensões que a formação tradicional em segurança raramente coloca no centro: Care e Safeguarding
Por Wagner Soares de Lima
Professor do Instituto Federal de Rondônia
Mestre em Ecologia Humana
Graduado em Administração e Segurança Pública

Durante muito tempo da minha vida profissional, eu aprendi a olhar para o mundo a partir da Segurança. Fui policial por 15 anos. Depois, precisei aprender a olhar para ele a partir da Educação, sou vinculado ao sistema de Educação Federal há 10 anos. Primeiramente como servidor técnico em segurança institucional de Universidade e hoje como professor federal, incluindo a Educação Básica.
Hoje, uma parte importante do meu trabalho intelectual acontece justamente no espaço de encontro e de tensão entre esses dois mundos. E talvez seja por ter vivido essas três experiências: Segurança, Educação e Segurança da Educação; que algumas incompreensões entre profissionais dessas áreas me parecem tão familiares.
O profissional de security chega a uma escola olhando para ameaças. Ele procura vulnerabilidades, oportunidades de acesso indevido, comportamentos suspeitos, falhas de barreiras, exposição de ativos, capacidade de detecção, tempo de resposta, impacto e continuidade.
E ele não está errado.
Quando estamos falando de violência intencional, invasão, agressão, furto, sabotagem, ameaça ou ataque de maior potencial ofensivo, essa competência pode ser exatamente aquilo que separa uma instituição vulnerável de uma instituição capaz de prevenir, detectar e responder.
O próprio campo profissional vem caminhando para modelos cada vez mais integrados. O padrão de segurança escolar lançado pela ASIS International em 2025, por exemplo, combina avaliação de riscos, segurança física, behavioral threat assessment and management e planejamento de operações de emergência em uma estrutura multidisciplinar para ambientes K–12.
Portanto, este não é um texto contra security.
Muito menos contra gestão de riscos.
É um convite para avançarmos mais uma camada.
Quando o profissional de Security descobre o Safety
Muitos profissionais que começam a trabalhar com ambientes educacionais rapidamente percebem que security não é suficiente. É preciso incorporar também o safety.
Enquanto security tradicionalmente se ocupa sobretudo das ameaças intencionais - ações deliberadas capazes de causar dano -, safety amplia nosso olhar para acidentes, falhas, condições perigosas, incêndios, riscos ambientais, ocupacionais, laboratoriais, estruturais e outras fontes de dano que não dependem de um agressor. É um salto importante.
O profissional deixa de perguntar apenas:
“Quem pode fazer algo contra nós?”
e passa também a perguntar:
“O que pode dar errado neste sistema?”
Para quem trabalha com gestão de riscos, esse movimento é bastante natural.
A própria ISO 31000 propõe um processo que envolve identificar, analisar, avaliar, tratar, monitorar e comunicar riscos e estabelece que a gestão de riscos deve ser adaptada ao contexto da organização e integrada à sua governança, planejamento, valores e cultura.
Mas é justamente aqui que aparece uma situação que observo com frequência: mesmo quando o profissional de security incorpora o safety, uma parcela do universo pedagógico continua resistindo à sua linguagem.
Por que será que isso ocorre? Minha hipótese é que ainda está faltando uma terceira gramática. Falta o Care. Você já tem a Segurança (propriamente dita), tem a Proteção, falta o Cuidado, numa dimensão de sensibilidade humana.
Imagine um profissional extremamente competente apresentando uma análise de risco a uma equipe pedagógica.
Ele fala sobre muitas coisas técnicas, que empolgam, que dão ar de profissionalismo:
Ameaça.
Vulnerabilidade.
Probabilidade.
Impacto.
Barreira.
Controle.
Detecção.
Mitigação.
Resposta.
Tudo está tecnicamente correto. Mas, do outro lado da mesa, professores e pedagogos estão pensando em outras palavras: acolhimento, vínculo, autonomia, confiança, inclusão, pertencimento, escuta, desenvolvimento, participação.
Não se trata simplesmente de um grupo “técnico” diante de outro “emocional”. São paradigmas profissionais diferentes, construídos para finalidades diferentes.
Uma parte importante da tradição pedagógica progressista brasileira foi profundamente influenciada por Paulo Freire. Em Pedagogia da Autonomia, Freire coloca lado a lado autoridade, competência profissional, generosidade, diálogo, escuta e aquilo que denomina “querer bem aos educandos”. Ele rejeita expressamente a ideia de que rigor profissional exija frieza ou distanciamento afetivo.
Existe, portanto, dentro da Educação, uma ética relacional que não pode ser tratada como detalhe.
Nel Noddings desenvolveu essa questão filosoficamente por meio da ética do cuidado. Para ela, care não é simplesmente ser gentil: é uma orientação ética baseada na relação, na atenção às necessidades expressas do outro, na escuta, no diálogo, na continuidade e na construção de confiança.
É aqui que muitos projetos de segurança perdem a adesão dos educadores. Eles conseguem explicar muito bem como reduzir determinado risco, mas não conseguem responder adequadamente: O que essa medida fará com a relação pedagógica? Cuidado não é fragilidade. É mais uma variável de proteção.
Para um profissional de gestão de riscos, talvez seja útil traduzir care para uma linguagem conhecida.
Toda medida de tratamento de risco também produz consequências. Uma barreira reduz determinada exposição, mas pode alterar circulação. Um procedimento de revista pode reduzir determinada possibilidade de ingresso de objetos, mas também modificar a experiência cotidiana de centenas de estudantes.
Um sistema de videomonitoramento pode aumentar a capacidade de detecção, mas produzir questões relacionadas a privacidade e confiança. Uma regra de acesso pode proteger determinado ativo e criar uma barreira para uma pessoa com deficiência.
Uma abordagem operacional pode interromper uma ameaça e, dependendo da maneira como é executada, aumentar posteriormente a resistência da comunidade em procurar o setor de segurança.
Isso também é risco.
Care obriga a gestão de riscos a considerar não apenas o dano que queremos impedir, mas também os efeitos humanos produzidos pelas próprias medidas de proteção.
E isso não torna a segurança menos técnica. Torna a análise mais completa e até complexa.
A ONU com o paradigma da Segurança Humana já fez movimento semelhante
Há algumas décadas, o próprio campo internacional da segurança começou a enfrentar questão parecida.
O Relatório de Desenvolvimento Humano de 1994 do PNUD ajudou a consolidar a noção de segurança humana, deslocando parte da discussão da proteção exclusiva de territórios e Estados para a proteção das pessoas e articulando as ideias de liberdade diante do medo e das necessidades.
Posteriormente, a abordagem de segurança humana das Nações Unidas passou a ser definida por características bastante interessantes para esta discussão: ela é centrada nas pessoas, abrangente, específica ao contexto, orientada à prevenção e baseada simultaneamente em proteção e empoderamento.
Observe que isso não significa abandonar análise de risco. Muito menos abandonar proteção. Na realidade, significa perguntar: segurança de quê, para quem e para preservar qual possibilidade de vida?
Essa pergunta é particularmente importante quando entramos em uma escola. Porque o “ativo” principal de uma escola não é apenas físico. Aqui talvez esteja uma das maiores mudanças de paradigma.
No security tradicional, somos treinados para identificar ativos que precisam ser protegidos:
Pessoas.
Instalações.
Informações.
Equipamentos.
Patrimônio.
Operações.
Ok, até aqui sem novidades, está tudo isso também existe na Educação. Mas há outros ativos, menos tangíveis, sem os quais uma instituição educacional também deixa de cumprir sua missão:
confiança.
pertencimento.
possibilidade de pedir ajuda.
autonomia compatível com a idade.
inclusão.
participação.
liberdade de aprender e ensinar.
qualidade das relações.
Se uma solução reduz determinado risco físico enquanto destrói sistematicamente algumas dessas capacidades, a análise ainda não terminou.
É por isso que a UNESCO trata violência em ambientes educacionais de maneira bastante mais ampla do que apenas violência criminal. Sua abordagem inclui violência física, psicológica e sexual, bullying, cyberbullying, discriminação e até práticas institucionais que produzem exclusão, defendendo uma abordagem de toda a Educação, com participação, mecanismos confiáveis de denúncia, apoio e articulação com outros setores.
Para um profissional de security, isso amplia significativamente o mapa de riscos.
E ainda falta uma quarta dimensão: Safeguarding
Care aproxima a segurança da cultura pedagógica. Mas ainda precisamos de uma ponte entre o cuidado relacional e a responsabilidade institucional de proteção. Essa ponte já possui um nome bastante utilizado internacionalmente: Safeguarding.
A tradução para o português não é perfeita. “Proteção” é ampla demais. “Salvaguarda” soa artificial em muitos contextos brasileiros. Por isso, considero útil preservar inicialmente o termo em inglês e explicar seu significado.
Na política do UNICEF, safeguarding significa trabalhar de maneira a prevenir e reduzir o risco de dano produzido pelo contato das pessoas com a organização ou com suas atividades. O conceito abrange violência, abuso, negligência, exploração e outras formas de dano e deve estar incorporado a processos, planos e ações institucionais.
A política também o define como uma abordagem proativa e baseada em riscos, incluindo identificação precoce, comunicação de preocupações e respostas seguras e centradas na pessoa afetada. Aqui estão concentrados as medidas preventivas e de enfretamento aos males da violência institucional.
Isso é muito mais do que safety. E também é diferente do security tradicional.
Safeguarding muda uma pergunta fundamental
O profissional de security costuma perguntar:
“Quem ou o que ameaça a organização?”
O safety acrescenta:
“Que condições podem causar dano?”
O care pergunta:
“Como estão as pessoas e as relações que queremos proteger?”
O safeguarding acrescenta uma pergunta especialmente desconfortável:
“A própria organização, seus profissionais, processos, relações ou omissões podem produzir ou permitir dano?”
Essa quarta pergunta muda muito o sistema. Porque a ameaça já não precisa estar do lado de fora do portão. Ela pode estar numa relação assimétrica.
Num caso de bullying reiteradamente ignorado.
Num adulto que ultrapassa limites.
Num estudante que procura ajuda e não encontra um canal confiável.
Num comportamento que ainda não constitui crime, mas sinaliza uma situação de vulnerabilidade crescente.
Numa denúncia mal recebida.
Numa informação conhecida por diferentes profissionais que nunca foi integrada.
Numa prática institucional que humilha.
Num procedimento de segurança inadequado para crianças.
Ou simplesmente num silêncio organizacional.
Aqui o profissional de Security precisa aprender uma nova forma de detecção
Existe algo particularmente interessante para quem trabalha com inteligência e prevenção.
Safeguarding também trabalha com sinais.
Também trabalha com detecção precoce.
Também trabalha com risco.
Também trabalha com escalada.
Também possui protocolos.
Também exige registro.
Também precisa definir responsabilidades.
Também depende de fluxo de comunicação.
Também requer encaminhamento e resposta.
Portanto, o universo não é tão distante quanto parece.
O que muda é aquilo que estamos tentando detectar e proteger.
No modelo inglês de proteção educacional, por exemplo, as diretrizes Keeping Children Safe in Education estabelecem responsabilidades de toda a escola para identificar preocupações precocemente, criar relações adequadas com outros profissionais e manter processos e procedimentos de proteção.
Não estou propondo importar o sistema jurídico britânico para o Brasil. O ponto é conceitual. Também temos aqui uma base própria extremamente importante: o Estatuto da Criança e do Adolescente é estruturado pelo princípio da proteção integral.
E a Lei nº 14.811/2024 determina que protocolos de proteção contra violência nos estabelecimentos educacionais sejam desenvolvidos com participação da comunidade escolar e em articulação com segurança pública e saúde, incluindo capacitação continuada do corpo docente.
Perceba a arquitetura:
Educação + proteção + saúde + segurança + comunidade.
Não é uma única profissão assumindo todas as funções.
É uma rede.
Security, Safety, Care e Safeguarding não concorrem entre si
Eu organizaria assim:
Dimensão | Pergunta predominante |
Security | Quem pode deliberadamente causar dano e como prevenimos, detectamos e respondemos? |
Safety | Que perigos, falhas ou condições podem produzir dano, mesmo sem intenção? |
Care | Que relações, necessidades e condições humanas precisam ser preservadas para que as pessoas possam se desenvolver? |
Safeguarding | Como a instituição previne, identifica, comunica e responde a situações de abuso, violência, negligência, exploração ou vulnerabilidade, inclusive quando surgem dentro de suas próprias relações e processos? |
A Segurança da Educação precisa das quatro. Não se trata de pedir que o profissional de segurança deixe de saber security. Seria absurdo. Precisamos que ele saiba muito bem tudo o que provém da Gestão de Segurança, da Análise e Gestão de Riscos, da Prevenção a Perdas e Danos, da Segurança Pública e da Justiça Criminal.
Precisamos de profissionais capazes de avaliar vulnerabilidades, pensar em camadas de proteção, projetar controles de acesso, utilizar videomonitoramento e inteligência, elaborar cenários, realizar análise de ameaças, trabalhar com continuidade, preparar respostas e compreender violência de maior potencial ofensivo.
O que estou propondo é que, ao entrar no ambiente educacional, esse profissional acrescente outras lentes ao seu repertório.
Porque nem toda violência escolar é caso de polícia - e alguns casos serão
Essa distinção também precisa ficar clara.Há situações dentro de instituições educacionais que são conflitos pedagógicos.
Há problemas de convivência.
Há sofrimento psíquico.
Há situações de vulnerabilidade social.
Há bullying.
Há negligência.
Há violações de direitos.
Há acidentes.
Há crimes.
E há situações de violência grave nas quais a segurança pública e a justiça criminal são absolutamente indispensáveis.
Uma abordagem humanizada não deveria apagar essas diferenças. Ao contrário. Uma boa Segurança da Educação precisa ser capaz de classificá-las melhor.
O erro ocorre tanto quando criminalizamos aquilo que deveria ser tratado pedagogicamente quanto quando tentamos resolver pedagogicamente aquilo que já exige intervenção especializada de segurança pública, saúde, Conselho Tutelar ou justiça. Profissionais maduros sabem reconhecer fronteiras.
O profissional de segurança não precisa virar pedagogo
Essa talvez seja uma preocupação importante.
Quando digo que Segurança precisa incorporar Cuidado e Proteção, não estou propondo transformar o profissional de segurança em professor, psicólogo ou assistente social.
Da mesma maneira, não desejo transformar professores em vigilantes ou analistas de inteligência. A especialização continua importante.
O que precisamos construir é interoperabilidade entre paradigmas profissionais:
O profissional de segurança precisa compreender o suficiente da cultura pedagógica para não construir soluções que destruam aquilo que pretende proteger.
O educador precisa compreender o suficiente sobre risco, ameaça, vulnerabilidade e proteção para não rejeitar medidas necessárias apenas porque pertencem a uma linguagem profissional com a qual não está familiarizado.
E ambos precisam saber quando chamar uma terceira competência. É isso que chamo de Segurança da Educação. Talvez seja por isso que tantas propostas tecnicamente corretas fracassem.
Já participei dos dois lados dessa conversa. Sei como pensa quem olha um prédio e imediatamente percebe uma vulnerabilidade. E sei como pensa um educador quando alguém propõe uma solução que parece transformar seus estudantes em possíveis ameaças.
Os dois podem estar tentando proteger as mesmas pessoas. Mas estão falando línguas diferentes.
O profissional de segurança está dizendo:
“Eu quero impedir que algo aconteça com essas crianças.”
O educador escuta:
“Você quer controlar essas crianças.”
Enquanto isso, o educador diz:
“Precisamos de acolhimento, diálogo e pertencimento.”
E o profissional de segurança pode escutar:
“Vocês não compreenderam a gravidade do risco.”
Esse ruído é profundamente improdutivo. E talvez Care e Safeguarding sejam justamente duas das pontes que estavam faltando. A boa notícia é que o profissional de gestão de riscos já possui parte da ferramenta.
Se você trabalha seriamente com riscos, provavelmente já sabe que nenhuma avaliação pode ser feita fora do contexto. A ISO 31000 é bastante explícita ao afirmar que seus princípios precisam ser personalizados à realidade da organização e integrados à sua governança, seus valores e sua cultura.
Pois bem.
A cultura pedagógica é parte do contexto de risco de uma instituição educacional.
Direitos são parte do contexto. A idade dos estudantes é parte do contexto. Desenvolvimento humano é parte do contexto. Acessibilidade é parte do contexto. Confiança é parte do contexto. A capacidade de estudantes comunicarem uma preocupação antes que ela escale é parte do contexto.
Tudo isso interfere na eficácia real de um sistema de proteção. Portanto, incorporar Care e Safeguarding não exige abandonar a gestão de riscos. Exige levá-la às últimas consequências.
Minha provocação para quem trabalha com Security
Se você quer trabalhar seriamente com proteção em ambientes educacionais, aproxime-se da Educação sem perder sua identidade profissional.
Leve suas ferramentas.
Leve gestão de riscos.
Leve análise de ameaças.
Leve inteligência.
Leve tecnologia.
Leve controle de acesso.
Leve planejamento de emergência.
Leve aquilo que o seu campo aprendeu depois de décadas tentando impedir que situações ruins aconteçam.
Mas, antes de oferecer a solução, aprenda a compreender o que aquela instituição existe para preservar.
Acrescente Safety (Segurança Ocupacional e Manejo de Emergências)
Depois, acrescente Care (Cuidado e Escuta Sensível).
E permita que Safeguarding (Medidas de Proteção Social e Relacional) amplie aquilo que você entende como situação de proteção.
Talvez então uma descoberta importante aconteça. Você perceberá que a Educação não estava necessariamente rejeitando a segurança. Muitas vezes, ela estava rejeitando uma concepção de segurança na qual não conseguia reconhecer a si mesma.
É justamente desse encontro que pode nascer uma Segurança da Educação, mesmo sendo técnica, ainda sim mais humana e, talvez por isso mesmo, mais eficaz.
Em uma frase
A Segurança da Educação não pede ao Security que proteja menos. Pede que ele compreenda mais profundamente aquilo que está protegendo.
Referências
ASIS INTERNATIONAL. School Security Standard. Alexandria, VA: ASIS International, 2025. (ASIS International)
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. (Corpus 927)
BRASIL. Lei nº 14.811, de 12 de janeiro de 2024. Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares. (Normas)
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. A obra articula, entre outros elementos, competência profissional, autoridade, generosidade, escuta, diálogo e “querer bem aos educandos”. (Universidade Federal da Paraíba)
ISO - INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 31000:2018 - Risk management: Guidelines. Geneva: ISO, 2018. (ISO)
MESQUIDA, Peri; BERNZ, Mauricio Eduardo; AKKARI, Abdeljalil. Uma pedagogia do diálogo e do coração: Grégoire Girard e Paulo Freire. Revista Teias, 2017. DOI: 10.12957/teias.2017.28415. (E-Publicações UERJ)
NODDINGS, Nel. An ethic of caring and its implications for instructional arrangements. American Journal of Education, v. 96, n. 2, 1988. (RCNi Company Limited)
NODDINGS, Nel. Caring: A Relational Approach to Ethics and Moral Education. 2. ed. Berkeley: University of California Press, 2013. (University of California Press)
PNUD - PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO. Human Development Report 1994. New York: Oxford University Press, 1994. (Biblioteca Digital das Nações Unidas)
UNITED NATIONS. Human Security Unit. What is Human Security? Abordagem centrada nas pessoas, abrangente, contextualizada e orientada à prevenção. (Nações Unidas)
UNESCO. Safe to Learn and Thrive: Ending Violence in and through Education. Paris: UNESCO, 2024. (UNESCO)
UNICEF. UNICEF's Policy on Safeguarding. New York: UNICEF, 2025. (UNICEF)
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